A petroleira Ecopetrol, da Colômbia, tem metas no Mar do Caribe. Ou seja, chegam na divisa com a Venezuela, que vive clima de invasão à Guiana, por causa de petróleo e gás - Reprodução da Internet/Mapa Mundi
O foco da geopolítica global do petróleo e gás natural no Mar do Caribe pode ir além da costa e continente da Guiana. E colocar, eventualmente, a colombiana Ecopetrol S.A. na linha.
A Venezuela, de forma oficial, prepara invasão ao país vizinho oeste, também rico em reservas de hidrocarbonetos. O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, que tomar um terço do território lateral. Por conseguinte, tomaria o contido no quadrilátero da faixa offshore.
O Mar do Caribe, na faixa Norte da América do Sul, porém, mostra outro olhar de cobiça da Venezuela, para parte da Colômbia. A Venezuela, rica em petróleo e gás natural, desenvolve política de fronteira nada amistosa com o Governo de Bogotá.
Desavenças entre as duas repúblicas foram bandeiras de Hugo Chávez, para chegar ao poder em Caracas. Além disso, serviram a Chávez na criação e confecção de Maduro como sucessor. Mas, para concretizar o plano, o atual governante venezuelano pode respingar no mapa doBrasil.
O Governo Lula vive situação delicada, pelo apoio incondicional a Maduro.
A Colômbia toca arrojado plano para exploração no Mar do Caribe. Chegará, portanto, na divisa de águas com a Venezuela. Para 2024, a Ecopetrol planeja, por exemplo, investir de 23 trilhões a 27 trilhões de pesos colombianos. Ou seja, aplicar até US$ 6,863 bilhões (câmbio Bolsa de Bogotá – 09/01). Isso é parte do seu plano de longo prazo “Estratégia 2040”.
Daquele bolo, destaca o documento da Ecopetrol à Securities and Exchange Commission (SEC), nos Estados Unidos, alocará 50% em exploração e produção de petróleo, e, 12%, para gás natural. A SEC corresponde à Comissão de Valores Mobiliários, no Brasil e na Colômbia.
A exploração offshore terá relevância nos planos da Eopetrol. “(…) atingir níveis de produção orgânica de 725 mil a 730 mil barris de equivalente de petróleo por dia até 2024 (76% de petróleo bruto, 19% de gás e 5% de produtos brancos), implementando tecnologias de recuperação melhoradas para maximizar os recursos existentes e proteger a curva de produção contra o declínio natural dos campos. Em 2024, estima-se que poderão ser perfurados aproximadamente 360 poços de desenvolvimento, sendo 74% deles na Colômbia e 26% na Bacia do Permiano. Os esforços de exploração incluem uma estimativa de 15 poços, principalmente no norte da Colômbia e no mar do Caribe”. Esse conteúdo está no relatório de resultados econômicos e financeiros dos 9M23, encaminhado à SEC nesta terça (09/01) pela Diretora Financeira, Ana Milena López Rocha.
Ecopetrol olha, portanto, com otimismo para os investimentos offshore: “Os investimentos em gás em 2024 são estimados entre 3,1 e 3,5 trilhões de pesos colombianos, com foco no Piedemonte Llanero e no mar do Caribe para produzir cerca de 135 mil barris de petróleo equivalente por dia (representando aproximadamente 772 milhões de pés cúbicos de gás natural), dos quais aproximadamente 90% são produzidos na Colômbia.” (sic).
A Colômbia é histórica dos EUA na política para aquela região da América do Sul.
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