O Inter pagou mico com o banner, pois, fracassou a operação casada de listar ações na Nasdaq, em Nova York- Imagem: Reprodução
A reorganização no controle societário do Banco Inter melou. Os acionistas, em AGEs, referendaram o limite de R$ 2 bilhões no exercício da opção cash-out. Ou seja, pagamentos em dinheiro não deveriam superar aquela referência. Mas, ontem (02/12), o Inter comunicou à B3 (Brasil. Bolsa. Balcão) que a preferência cash-out ficou acima. Portanto, “não foi atendida a condição de que o valor total a ser desembolsado para fins de pagamento da opção cash-out não excedesse tal montante”.
O Inter fracassou, portanto, na meta de enfiar goela abaixo dos demais acionistas fatia expressiva de BDRs de sua emissão. E, assim, não gastar tanto das suas reservas.
Os acionistas, portanto, abriram uma adutora de água no chopp do empreiteiro de Rubens Menin Teixeira de Souza, fundador do Grupo MRV e do Inter. O Clube Atlético Mineiro sagrou-se campeão brasileiro ontem à noite. Rubens Menin é cartola e principal caixa (financiador) clube. Ou seja, sua festa não chegou ao cercadinho no pregão da B3.
Trocando bilhões por centavos, o Inter, então, informou que todos os acionistas “continuarão a negociar livremente com as ações, sem qualquer alteração, a partir de 03 de dezembro de 2021”. Entre os acionistas, o SoftBank, dono de 15,01% do banco brasileiro e maior financiador de projetos de tecnologia do planeta. O japonês era o principal interessado na derrotada metamorfose de reorganização na forma proposta (veja no link abaixo).
Banco Inter assume estilo digital do japonês SoftBank
O resultado é que o Inter, então, esquece a bolsa eletrônica Nasdaq. As ações, seguirão, portanto, listadas somente na B3. Entenda AQUI na reportagem do site Seu Dingheiro.
Portanto, deve ter pesado para o grupo de controle do Inter o trecho do comunicado da brisa de poeira de terra arrasada, por enquanto, nos planos.
“Em consequência, nesta data, o Conselho de Administração do Inter optou por não exercer a prerrogativa que lhe foi outorgada de aprovar o pagamento da Opção Cash-out em valor superior ao Cap Cash-Out. Assim, a Reorganização Societária não será implementada nos termos aprovados na assembleia geral extraordinária realizada em 25 de novembro de 2021 e no Aviso aos Acionistas 25.11.2021”, salienta a nota assinada pela diretora Financeira e de Relações com Investidores, Helena Lopes Caldeira.
Mas, fritando os últimos ovos, aconteceu o indesejado para os donos do banco: elevado número de acionistas optar por cash. A turma recusou, então, a oferta de Brazilian Depositary Receipts (BDRs). Esses recibos são emitido junto à B3. Carregam, portanto, lastro para negociação no exterior. Mesmo assim, os investidores deram uma pegajosa banana verde.
Portanto, não basta ter a garantia da marca d’água B3.
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