Economia

China enquadrou, de vez, Alibaba Group

O regime do ditador da China, Xi Jinping (PC), concluiu a primeira etapa do combate à maior vertente de economia de mercado no país: curvou o Alibaba Group, um líder global em tecnologia. Não é de hoje que Pequim combate sem trégua o dinamismo do viés capitalista ocidental do grupo. O grupo é provedor de infraestrutura de tecnologia de e-commerce global, varejo e outros serviços digitais (ver adiante).

O Governo da China pontuou, portanto, Alibaba como meta de intervenção exemplar. O principal resultado, então, além de mudanças no comando, será a reorganização, passando a ter seis companhias (divisões) autônomas (ver a diante). O grupo é acusado pelo núcleo central do Partido Comunista de “monopolista” no setor de Internet no mercado doméstico.

A vitória de Xi se consolida com o comunicado ao mercado financeiro, datado de ontem (10/09): “Alibaba Group anuncia mudança de presidente e CEO do Alibaba Cloud Intelligence Group”. De forma sucinta, a nota às Bolsas de Hong Kong e Nyse, por exemplo, trata mudanças na liderança e cúpula operacional do Alibaba Group Holding Ltd. Isso era esperado há meses para setembro.

Entretanto, surpreendeu com a notícia sobre Daniel Yong Zhang, presidente e CEO demissionário da Alibaba. Ele renunciou também mesmos cargos na Alibaba Cloud Intelligence Group .

A “conclusão” o processo de transição no comando, portanto, ficou assim: Joseph C. Tsai assume o cargo de CEO, e, Eddie Yongming Wu, de diretor-presidente e diretor. Wu, completa à nota, sucede também Zhang como presidente interino e CEO do Alibaba Cloud.

Zang estava na empresa desde 2007. Em 2015 passou a CEO, e, a ocupar também a presidência. No ano passado assumiu a liderança da divisão nuvem.

Agora, a divisão dos ativos do Alibaba

“A Empresa continuará executar o plano previamente anunciado de cisão do Alibaba Cloud Intelligence Group sob uma equipe de gestão separada a ser nomeada, sujeita à reestruturação de certos ativos, passivos e contratos”, destaca a nota ao mercado acionário.

No exercício fiscal encerrado em março, o grupo faturou US$ 126,4 bilhões. O lucro líquido foi de US$ 10,5 bilhões.

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Nairo Alméri

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