Sede da OPAQ, em Haia (Holanda) - Reprodução/Internet Redes/Sociais
O Exército do Brasil figura no topo de segmento relevante relacionado à proibição internacional do uso de armas químicas. Em fevereiro, em Haia, na Holanda, o Laboratório de Análises Químicas (LAQ) participou como “laboratório avaliador”. O LAQ é vinculado ao Instituto de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (IDQBRN).
Esse fato foi, portanto, do calendário internacional da Organização para Proibição de Armas Químicas (OPAQ). A notícia, todavia, não ganhou mídia proporcional à sua relevância. O Centro Tecnológico do Exército (CTEx), por exemplo, só fixou neste mês.
“Excelência e Ineditismo do LAQ – Designado desde 2020 para recebimento de amostras reais de agentes de guerra química, o LAQ atuou pela primeira vez como laboratório avaliador, apoiando a OPAQ na correção do 56º Teste Oficial de Proficiência, realizado pelos laboratórios que buscam a certificação. No evento ocorrido em 11 de fevereiro, na sede da Organização em Haia, o LAQ apresentou os resultados das análises das amostras e discutiu de forma detalhada os conceitos obtidos pelas equipes de outros países. O trabalho foi amplamente reconhecido e elogiado pelos representantes da OPAQ, destacando-se a alta capacidade técnica da equipe e a relevância do Brasil na área” (sic).
O LAQ é o único da América Latina certificado pela OPAQ. O evento, na sede da Organização, foi realizado de 11 e 14 de fevereiro.
Além daqueles resultados, o LAQ foi presença na “reunião de avaliação preliminar do primeiro ensaio promovido pela OPAQ para análise de toxinas em amostras ambientais”.
Em setembro, o laboratório participou do ensaio e “obteve o grau máximo de desempenho na detecção do composto presente”. Adquiriu, portanto, competência para inserção no “calendário internacional de atividades envolvendo Biotoxinas”, sublinhou a nota do CTEx.
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