Grupos FCA e PSA planejaram concluir a fusão em 2021. Isso, portanto, dará origem ao 4º maior montador mundial de automóveis - Foto: Reprodução/Imagem Redes Sociais
Os Grupos FCA e PSA (Peugeot Citroeën) queimaram etapa importante nas negociações de fusão. Os acionistas de referência (os principais) da Faurecia (PSA), gigante de autopeças, aceitaram bloquear suas participações por até um semestre. O prazo contará após a francesa PSA realizar a distribuição de sua participação, de 46% meio-a-meio entre acionistas da Stellantis.
Stellantis, portanto, será o nome da empresa resultante da fusão FCA-Peugeot. FCA e PSA planejaram, em 2019, concluir operação em 2021.
O acordo foi noticiado nesta sexta (18/09) pelo La Stampa, de Turim (Itália). Esse desfecho, porém, consta em comunicado conjunto da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e da PSA. A Faurecia é fornecedor de chassi e componentes para o interior dos veículos.
Pelo acordo, segue La Stampa, os acionistas de referência aceitaram um lock-up. Esse bloqueio, portanto, irá “até o final do período de seis meses, após a distribuição da participação de 46% do Groupe PSA na Faurecia a todos acionistas da Stellantis”.
São acionistas de referência na Faurecia: Exor, Grupo da Família Peugeot (RFP/FFP), a Bpifrance e a chinesa Dongfeng Motor Groupe – DFG.
Mas, a distribuição das ações da Faurecia só ocorrerá “após a fusão”.
Consagrada a transação, FCA e SPA agrupariam parques com capacidade final instalada para produção anual de até 9 milhões de veículos. Ficaria, portanto, na 4a posição mundial no segmento. À frente continuariam a parceria franco-nipônica Renault, Nissan e Mitsubishi, a Toyota e a Volkswagen.
Em novembro, ouvido pela Bloomberg, o presidente do PSA, Carlos Tavares, avaliou a participação na Faurecia em € 2,7 bilhões a € 3 bilhões. Tavares é citado como forte indicação para presidir a Stellantis.
Bloomberg noticiou, também, que FCA deveria oferecer “dividendo especial” aos acionistas na Stellantis para obter equilíbrio financeiro. Mas esse dividendo seria de até € 5 bilhões de euros. Contudo, por pressão do Governo da Itália, que ameaçava retirar garantias financeiras, a FCA reduziu o valor para € 2,9 bilhões.
Fato é que, sem o “dividendo”, com base no valor de mercado, a PSA levaria 55% do futuro grupo.
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