Messi é uma marca de valor, construída por uma empresa, o Barcelona, em cima de um projeto de governança corporativa - Foto: FIFA/Divulgação
Lionel Messi, o argentino do Barcelona, da Espanha, não é, na atualidade, o atleta mais bem pago do planeta. Mas, sem dúvida, pelo que representa como marca no ambiente do business, o mais cobiçado. O jogador foi eleito seis vezes o melhor do futebol no mundo. Construiu esse ativo em cima de exemplar profissionalismo em campo e disciplina fora dele.
O sucesso do atleta, entretanto, foi sustentado em governança corporativa da empresa. Mas que sucumbiu com a crise global e tornou o valor do jogador acima da capacidade de geração de caixa do clube. Isso não é uma particularidade do momento da empresa Barcelona – Futebol Clube Barcelona. Há quebradeiras, por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) de corporações, até então, sólidas por todos segmentos.
Mas, fato é que Messi foi transformado em sinônimo de marca sólida agregadora. O cidadão de 38 anos de idade, é da carteira do Barcelona há 21. Não por acaso, então, seu contrato com o Barcelona, em 2020, sentava em US$ 674 milhões. Em 2021, de acordo com a Forbes, o argentino colocará em seu portfólio mais de US$ 130 milhões. De acordo com a publicação, “estabelece um recorde para jogador de futebol”. Leia AQUI matéria da revista sobre os “atletas mais bem pagos do mundo:…”.
Ao anúncio de que Messi não será mais do Barcelona, ou seja, as partes findarão contratos, sobreviverá, entretanto, a literatura de sucesso do futebol-empresa. É certo que, para o mercado do futebol de sucesso, vencedor nos balanços patrimoniais, criam-se janelas de oportunidades. O caminho que o atleta apontar, abrirá calendário imenso aos visionários de novos negócios.
No circuito da Europa do futebol corporativo avançado, é previsível que o argentino representará um baú de negócios com grifes de bancos, vestuário, automóveis, seguradoras etc. Mas, isso irradiará uma multiplicação de contratos paralelos pela França, Inglaterra, Alemanha ou Itália. Até mesmo na Espanha, seu país de carreira.
Para o Brasil, apesar de nunca aprender com exemplos de valor, é o momento de se repensar o tal Futebol S/A, clube-empresa, ou outro nome popular que se desejar para a Lei PL 5516/2019. A legislação a Sociedade Anônima de Futebol (SAFs).
O PL passou por todas aprovações do Congresso. Está, portanto, na mesa do presidente Jair Bolsonaro. O prazo para sanção termina nesta sexta (06/08). Relembre no intertítulo “Lei tem janela para o ‘jeitinho brasileiro”.
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