Petrobras anunciou, em 2019, descomissionamento de dez plataformas. Um dos PDVs "específicos" será para pessoal em unidades que serão desativadas - Foto: Petrobras;/Divulgação
Em meio à crise da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o Conselho de Administração (Governo) da Petrobras aprovou um pacote para desligar até 3.800. Com os dois mais importantes, na avaliação a empresa, projeta economizar R$ 7,6 bilhões até 2025. O programa foi comunicado nesta quarta (08/04) ao mercado de capitais.
A principal modalidade desta fase, o Programa de Aposentadoria Incentivada (PAI), atingirá os “aposentáveis” até dezembro de 2023. O outro de peso é o Programa de Desligamento Voluntário (PDV) 2019, que inclui aposentados pelo INSS até junho próximo.
Para suportar o impacto do PDV 2019, a Petrobras informa que fará “provisionamento adicional de R$ 1,29 bilhão”. Todavia, esse ajuste entrará nas demonstrações do segundo trimestre, dentro da rubrica “público já desligado e inscrito”. Mas que, neste programa, os custos serão diluídos em até dois anos: pagamento de uma parcela na demissão e outra em julho de 2021.
O pacote traz PDVs “específicos”. Um abrangerá pessoal de “ativos/unidades em processo de desinvestimentos. O segundo, “exclusivo para os empregados no segmento corporativo da empresa”. A Petrobras esclarece, porém, que estes PDVs serão aplicados “em ciclos” e com cortes menores. Portanto, teriam impacto financeiro mais baixo.
Em julho do ano passado, a Petrobras havia anunciado outros cortes de diversos custos. Entre estes, por exemplo, a saída de um prédio, em Macaé (RJ), onde concentrava cerca de 1.700 empregados, incluindo terceirizados.
Mas, um mês depois, deu detalhes para o descomissionamento de 10 plataformas. Esses equipamentos estão nas bacias de Campos, Sergipe-Alagoas e Espírito Santo. As desativações seriam em 2019 e neste ano.
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