FLAGRANTE - Preço do etanol mais caro em posto da Avenida Bias Fortes, em Belo Horizonte - Foto: Além do Fato
À medida em que a economia vai sendo “liberada”, práticas antigas inflacionárias do varejo reaparecem. Entre elas, remarcação de preços.
Isso, todavia, ocorre mesmo com os estragos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) ainda presentes. A revenda de combustíveis derivados de petróleo e de álcool carburante refletem bem isso no bolso do consumidor.
Mas, além das atividades do comércio e da indústria, outros fatores contribuem para o aumento nas vendas dos combustíveis. Entre eles, por exemplo, o do turismo, com as demandas dos chamados finais de semana prolongados. Tudo indica, portanto, que gasolina, diesel e álcool terão destaque como vilões da inflação do 2º semestre.
Ao pedir vistas no caso Antônio Palocci (PT-SP), o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribuna…
Os atos do novo prefeito de BH, Álvaro Damião (União), que foi empossado, nesta quinta…
A Cemig Distribuição S.A. fará captação de R$ 1,5 bilhão. Operação será via emissão de…
Parece que o combate à corrupção no Brasil ainda tem fôlego. A expectativa ressurge após…
A partir da próxima quinta-feira (3/3), quando será empossado prefeito de BH, oito dias após…
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), relança, em sua sede,…
Ver Comentários
é engraçado. As rádios anunciam a QUEDA de 5% e de mais 6% nos últimos dias nos preços de combustíveis da Petrobrás. E na ponta tem AUMENTO??!??
O problema do Brasil é o brasileiro!