Remarcação pró-inflação em plena crise da Covid-19

FLAGRANTE - Preço do etanol mais caro em posto da Avenida Bias Fortes, em Belo Horizonte - Foto: Além do Fato

À medida em que a economia vai sendo “liberada”, práticas antigas inflacionárias do varejo reaparecem. Entre elas, remarcação de preços.

Isso, todavia, ocorre mesmo com os estragos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) ainda presentes. A revenda de combustíveis derivados de petróleo e de álcool carburante refletem bem isso no bolso do consumidor

Mas, além das atividades do comércio e da indústria, outros fatores contribuem para o aumento nas vendas dos combustíveis. Entre eles, por exemplo, o do turismo, com as demandas dos chamados finais de semana prolongados. Tudo indica, portanto, que gasolina, diesel e álcool terão destaque como vilões da inflação do 2º semestre. 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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