Imagem da lavra de minério de minério de ferro do complexo S11D, da Vale, em Canaã dos Carajás (PA) - Crédito: José Rodrigo Zerminani/Vale/Divulgação em Relatórios
A Vale S.A, não considerou a tensão real de clima de pré-guerra na Ucrânia (invasão pela Rússia e provável reação da OTAN) em seu relatório de produção e metas divulgado quinta (10/02). Planeja, portanto, crescer 6,3% a produção de minério de ferro na comparação com 2021. Se atingir aquele índice, da meta mais elevada, fechará o exercício, então, 335 milhões de toneladas produzidas.
Em 2021, o desempenho da companhia foi considerado fraco. As 315,61 milhões t ficaram na projeção mínima de crescimento, de 5%. O relatório da Vale aponta frustrações em seu principal projeto, o Complexo S11D Eliezer Batista, em Canaã dos Carajás, no Sudeste do Pará. A produção naquele site apresentou retração de 11%, para 73,699 milhões t.
O S11D já foi orgulhosamente apresentado, em material institucional, pela companhia como “maior projeto de mineração do mundo”.
Mas, a planta do complexo S11D será beneficiada. Receberá mais equipamentos de bens de capital de produção: oito britadores, sendo quatro móveis, etc. A Vale, de forma, pretende agregar 5 milhões t/ano no complexo. Assim, portanto, em três anos, elevar a capacidade para 85 milhões t/ano.
O desempenho de 2021, em outra análise, ficou, portanto, 7,3% abaixo da capacidade nominal instalada pela companhia, de 340 milhões t/ano, em todo país.
Mas, além da conclusão de projetos, a Vale reativará ativos paralisados desde 2019, em função da tragédia na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). Isso é o consta das últimas notícias e, em parte, no relatório Produção e venda da Vale no 4T21 e 2021, divulgado ontem. Mas, além dos problemas nas minas, empresa enfrenta outros desafios.
O conjunto de ações, portanto, permitem à Vale projetar uma capacidade produtiva nominal 8,8% acima no final do exercício, de 370 milhões de t/ano.
As vendas de minério da Vale, em 2021, registraram 277,5 milhões t, 9% de crescimento.
As lavras em Minas Gerais (principalmente dos complexos Brucutu, Itabira, Timbopeba e Pico) tiveram desempenho de produção 17,4% acima de 2020. Somaram 124 milhões t. Dessa forma, portanto, marcaram participação significativa nas vendas.
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