Economia

Xangai segue em lockdown e derruba aço e bolsas; Covid

A China mantém rigor no isolamento aos 25 milhões de Xangai, importante centro industrial e financeiro. O lockdown, portanto, segue como principal medida de combate à nova onda da pandemia Covid-19. O mercado de matérias-primas semiacabadas essenciais continua afetado, principalmente com quedas na cotação do aço.

É o que revela nesta segunda (11/04) a agência Reuters. O portal UOL vai além e noticia “caos” para população de Xangai relacionado à comida e medicamentos. Todavia, em meio às informações cruzadas, fala-se em início de flexibilização pelas autoridades. Mas, é assim assim que a China age no campo da comunicação: nem sempre se informa tudo.

Esse cenário na China, claro afeta os negócios da principal exportadora de minério de ferro, a multinacional brasileira Vale S.A. Nesta segunda, as ações da mineradora na B3 (Brasil. Bolsa. Balcão) registravam ligeira queda, de 1,29% (VALE3), às 13h22. O Ibovespa, principal índice da B3, abriu em queda de 0,96%. A Bolsa, portanto, reflete a situação nos pregões do planeta pelos mesmos motivos, ou seja: situação no maior mercado consumidor e a guerra na Ucrânia.

Pior onda na China desde dezembro de 2019

No Ocidente, o noticiário é unânime em que a China enfrenta a pior onda da Covid-19 desde dezembro de 2019, quando admitiu a descoberta do vírus, em Wuhan e o surto do novo coronavírus. Entretanto, somente três meses depois, a Organização Mundial da Saúde (OMS-ONU) admitiu que o mundo enfrentava uma pandemia.

“O centro financeiro da China em Xangai, que iniciou um lockdown no final de março, registrou cerca de 180.000 infecções transmitidas localmente entre 1º de março e 9 de abril, das quais 96% eram assintomáticas”, noticiou a Reuters. Leia mais AQUI.

Maior aeroporto afetado

O Valor, reproduzindo notícia da Associated Press (AP), informa que o Governo impôs isolamento a outro importante centro industrial e de logística aérea. Desta vez as medidas atingiram Guangzhou, próximo a Hong Kong. Trata-se do terminal aeroportuário mais movimentado do país.

Guanhzhou, de 18 milhões de habitantes, registrou, porém, 27 novos casos da Covid. As autoridades só permitem as saída da para os chamados “casos essenciais”. Mas, somente após exames com diagnóstico negativo.

EUA pedem que seus cidadãos evitem a China

Os Estados Unidos recomendaram, portanto, aos seus cidadãos a evitarem viagens à China. Além disso, retiram o máximo do pessoal do consulado de Xangai. A atitude, por conseguinte, provocou descontentamento pelas autoridades de Pequim.

Mas, em Nova York, ouvido pela Reuters, o diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Anthony Fauci, deu razão ao Governo dos EUA. “(…) haverá um aumento nos casos de Covid-19 nas próximas semanas nos Estados Unidos, e é provável que haja um amento no outono”, declarou.

Título original: Medidas da China em Xangai derrubam preços aço; Covid

da Redação

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