Manifestação de caminhoneiros em 2018, foto Thomaz Sivla, Agência Brasil
Em grupos de WhatsApp, cerca de 2.000 caminhoneiros participam de grupo que defende nova paralisação na próxima segunda-feira (22). A paralisação não é um consenso, como é, por exemplo, a rejeição à resolução da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que estipulou nova tabela de frete rodoviário. Nela, os valores, vigentes a partir de hoje (20(, ficaram abaixo do esperado. A próxima revisão oficial está prevista para o início de 2020.
O governo reagiu rápido para não ser atropelado pela categoria, como foi o antecessor Michel Temer (MDB), em 2018, quando caminhoneiros pararam por mais de uma semana, por conta da alta do diesel, provocando crise no abastecimento do país. Na próxima quarta (22), o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) se reúne com a categoria para discutir o assunto.
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