Cenário após a tragédia na Mina do Córrego do Feijão, no distrito de mesmo nome, em Brumadinho. Poucos metros abaixo da cratera deixada pelo rompimento, ficavam as instalações operacionais - tratamento de minério, baias de secagem e embarque ferroviário. Em seguida, o complexo de apoio e administrativo. Foto: Ibama/Reprodução
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa MG) licitará R$ 543 milhões em obras do Lote 1 de ampliação do Sistema Rio Manso. Esse complexo de tratamento de água, localizado em Brumadinho, responde por parte do abastecimento das populações de Belo Horizonte e cidades da Região Metropolitana.
Os recursos para ampliação sairão, entretanto, de um caixa de R$ 2,05 bilhões montado com repasses ao Governo de Minas Gerais pela mineradora Vale S.A. Não haverá, portanto, pressão nos recursos da estatal de saneamento.
O dinheiro é parte do acordo, de R$ 37,68 bilhões, para indenizações, reparações e compensações firmado pela mineradora com a Justiça. Está, portanto, dentro do comprometimento da Vale em consequência da tragédia na Mina Córrego do Feijão, em Córrego do Feijão, município de Brumadinho, em 19 de janeiro de 2019.
Naquele acordo, o Governo de MG abocanhou R$ 11 bilhões para aplicar em ações e projetos no Estado.
A tragédia da Mina Córrego do Feijão foi causada pelo rompimento de Barragem B1, de rejeito de minério de ferro da Vale. Causou 272 mortes, sendo duas mulheres grávidas. Em 19 de janeiro passado, no 5º ano das buscas por corpos nas lamas de minério de ferro, o Corpo de Bombeiros de MG ainda listava três desaparecidos.
A Copasa prevê que a publicação do edital do Lote 1 será no próximo mês. Em comunicado, nesta sexta (13) à Bolsa de Valores B3, a estatal estima que as obras terão duração de dois anos.
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