Economia

Pague Menos valoriza ações; avança em M&A

A holding operacional Empreendimentos Pague Menos S.A. concluiu a recompra de 4 milhões (4.066.600) de ações emitidas do capital aberta em agosto passado. Os acionistas da rede vigiam os gráficos das valorizações das ações, pois, menos papel em circulação significa naco mais polpudo nos dividendos. Pague Menos é a segunda no varejo de fármacos do país em pontos de venda, atrás da Raia Drogasil.

Por planejamento e menos por coincidência, certamente, o final da recompra, divulgada nesta quinta (03/02), foi aprovada pelo Conselho de Administração no dia da consumação da compra aquisição da rede Extrafarma. A companhia assumiu, portanto, desembolso parcelado de R$ 737,75 milhões – será concluído ano que vem. Levou 382 lojas e, por conseguinte, passou a ser 2ª no ranking setorial.

Como pano de fundo das boas expectativas, os acionistas torcem para que os controladores e executivos da Pague Menos consolidem as metas de crescimentos no biênio 2023-2024. O olhar para bonificações crescentes foi provocada pelo diretor vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores, Luiz Renato Novais, em recente entrevista. Previu que este ano será para a “consolidação” operacional da Extrafarma, que poderá, todavia, levar até 24 meses.

Pague Menos, empresa de base familiar, concentra, agora, ao redor de 1.600 lojas. Planeja a abertura de 60 no biênio 2023-24.

Novais, todavia, salientou que em 2024 a companhia poderá retornar ao garimpo no mercado de M&A (sigla para Mergers & Acquisitions; em português, F&A, de Fusões e Aquisições).

Pague Menos previu um balanço 24% mais gordo

A rede, com sede em Fortaleza (CE), ainda não divulgou as demonstrações financeiras de 2022. Mas, os investidores foram encantados, pelo próprio RI, com a probabilidade de crescimento de até 24% (R$ 2 bilhões) na receita bruta em relação ao exercício anterior (R$ 8,060 bilhões). O lucro em 2021 foi de R$ 176,6 milhões. Respectivamente, portanto, altas nominais (não descontada a inflação) de 10,3% e 83,9%

Menos ações, possibilidade de cotação em alta

A recompra de ações, todavia, pode ter aspectos positivos e negativos. Entenda AQUI em entrevista de Rodolfo Olivo, PhD em administração e finanças pela FEA-USP, ao portal G1.

Nairo Alméri

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