O defensor público Luis Renato Braga Arêas Pinheiro visita o Mineirão para conhecer as medidas de acessibilidade adotadas pela equipe da Minas Arena, foto Ascom/DPMG
Hoje, apenas 1% das pessoas com deficiência está empregada no mercado formal. Existem empresas que querem acabar com a obrigatoriedade de contratar esses profissionais, descumprindo o direito garantido pela lei de cotas.
Além disso, a maioria das pessoas com deficiência e suas famílias enfrentam, cotidianamente, o descaso do poder público e privado com relação aos seus direitos. O que pode ser feito nesses casos e quais são as políticas de inclusão?
Esses são os principais tema de minha entrevista com o defensor público Luis Renato Braga Arêas Pinheiro. Ele é o coordenador geral da Rede de Proteção da Pessoa com Deficiência das Instituições do Sistema de Justiça e Instituições Públicas do Estado de Minas Gerais. “Mudar a legislação é um retrocesso”, advertiu o defensor público, ao defender o cumprimento das normais existentes. A rede de proteção à qual integra atua com o objetivo de evitar que as pessoas com deficiência sejam ofendidas em seus direitos. Confira abaixo a íntegra da entrevista
Os atos do novo prefeito de BH, Álvaro Damião (União), que foi empossado, nesta quinta…
A Cemig Distribuição S.A. fará captação de R$ 1,5 bilhão. Operação será via emissão de…
Parece que o combate à corrupção no Brasil ainda tem fôlego. A expectativa ressurge após…
A partir da próxima quinta-feira (3/3), quando será empossado prefeito de BH, oito dias após…
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), relança, em sua sede,…
A carteira de clientes brasileiros potencializa a meta da Wabtec Corporation, líder global em locomotivas…