Kalil e seu provável vice na chapa de reeleição, o fiel escudeiro Fuad Noman, foto Ascom PBH
Em ato do prefeito Alexandre Kalil (PSD), no sábado (30), o secretário da Fazenda de Belo Horizonte, Fuad Noman, deixa o cargo a partir desta segunda (1). O motivo da exoneração é para que ele cumpra o prazo eleitoral de desincompatibilização (4 meses antes da votação) e fique disponível para a disputa. Kalil o quer como seu candidato a vice na chapa de reeleição.
Serão exonerados com o mesmo objetivo eleitoral, até a próxima quarta (3), o presidente da Prodemge, Rodrigo Paiva, candidato a prefeito pelo Novo, e a secretária-adjunta de Planejamento, Luísa Barreto, nome do PSDB.
Se as eleições fossem hoje, Fuad seria o candidato a vice-prefeito de Kalil e, se nada mudar, deverá ser, caso as eleições ocorram no dia 4 de outubro ou outra data. Por isso, deixou o cargo há quatro meses da eleição conforme prevê a lei eleitoral sobre as desincompatibilizações.
Fuad é nome de confiança de Kalil e o manterá caso não tenha que fazer alterações por conta de eventuais composições políticas que eventualmente fará ou tenha que fazer. Como é sabido, o atual vice, Paulo Lamac (Rede), não será candidato à reeleição, já que a relação dele com o prefeito perdeu força durante o atual mandato.
O cargo de vice de Kalil na chapa de reeleição é um dos mais cobiçados pelos partidos aliados. Por quê? Se confirmada a reeleição, o prefeito disputar as eleições para governador em 2022, o que transformaria seu vice em prefeito a partir de abril do mesmo ano.
Outros dois nomes que devem deixar seus cargos nesta semana, com o mesmo objetivo. Um deles é Rodrigo Paiva, presidente da Prodemge (a estatal de tecnologia da informação do governo de Minas). Ele será o candidato a prefeito do governador Romeu Zema e de seu partido, o Novo, para as eleições. Outra aliada de Zema é a secretária-adjunta de Planejamento estadual, Luíza Barreto, que sairá do cargo para se preparar para a disputa ao cargo de prefeito pelo PSDB. Os atos de exoneração deles deverão ser publicados na próxima quarta-feira.
Kalil, Paiva e Luíza deverão disputar as eleições ainda contra os candidatos do Cidadania, o deputado João Vitor Xavier. O PT e o PSOL ainda não definiram seus nomes para a disputa, mas deverão estar no páreo. Da mesma forma, nomes ligados ao presidente Jair Bolsonaro, que está sem partido, mas tem muitos aliados ainda no PSL, seu ex-partido, como o deputado estadual Bruno Engler.
A Justiça Eleitoral e o Congresso Nacional mantêm as datas e o calendário eleitoral. Já a Confederação Nacional dos Municípios e a Associação Mineira dos Municípios (AMM) pedem o adiamento e a unificação das eleições para 2022, com prorrogação de mandatos. A situação da crise sanitária no país, com a pandemia do coronavírus, deverá ser o critério de definição, já que a orientação é evitar aglomerações e manter o distanciamento social.
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"A relação do vice com o atual prefeito perdeu força durante o mandato". E, então, o qu o vice-prefeito está fazendo lá ? Poxa, somos obrigados a acompanhar tal desentendimento, sem qualquer contrapartida para a cidade ?
TODO DIA VC ESTÁ NOS COMMENTS, SEU 10 OCUPADO.QUEM QUER SABER DE SUAS OPINIÕES?
só imbecil que vota no kalil.
Verdade, gente esperta vota em Zema ou algum aliado... Cada uma que parece duas!
VAI SER ELEITO, VAI MANTER O KARNAVAL. AMÉM? POSSO OUVIR UM AMÉM EM NOME DO 100 ÔR?