Alaska pede 52 jatos 737 MAX; pretende mais 105

  • por | publicado: 26/10/2022 - 14:02 | atualizado: 06/01/2024 - 22:13

Imagem ilustrativa de Boeing 737 MAX operado pela Alaska - Crédito: Boeing/Divulgação

Alaska Airlines (Alaska Airlines, Inc.) evoluiu para compra firme o contrato de opção para 52 jatos 737 MAX, da Boeing Company. Além disso, em comunicado de ontem (25/10), a companhia norte-americana adiantou que abriu opção para mais 105 aeronaves de mesmo modelo.

Os jatos dessa nova encomenda serão entregues no período 2024-2027: 42 da série 737-10, e, o restante, 737-9. As outras 105 aeronaves, conforme comunicado à Securities and Exchange Commission (SEC), com cronograma para 2026-2030.

Alaska terá 250 jatos 737 MAX até 2030

O novo contrato eleva, então, de 94 para 146 aeronaves 737 MAX as encomendas da Alaska à Boeing. Essa informação está em nota da assessoria da companhia aérea desta quarta (26/10). O CEO da companhia, Ben Minicucci, via noticiário, observa que, até o presente, a empresa opera frota de 35 jatos 737-9.

“Este pedido dá ao Alasca uma visão para operar mais de 250 aeronaves da série 737 MAX até 2030”, frisa a nota divulgada no site “News Alaska Airlines”. O título, além disso, põe asas ao olhar dos gestores da companhia, salientando se tratar do “maior pedido de aeronaves Boeing em seus 90 anos de história”.

Imagem de Boeing 737 MAX em hangar da Alaska, no Aeroporto Internacional de Anchorage, no Alasca (EUA). Crédito: Reprodução/Vídeo Institucional/YouTube

Entretanto, no comunicado à SEC (corresponde à Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, no Brasil), Alaska apresenta condicionante ao novo contrato de opção: “As posições serão exercidas somente se acreditarmos que o retorno sobre as metas de capital investido podem ser alcançadas no longo prazo”.

A Boeing é parte no comunicado à SEC, liberado em Seattle, Estado de Washington.

Embraer autorizada em “manutenção pesada” na Europa

A montadora brasileira Embraer S.A. deu importante passo na manutenção de seus jatos no exterior. A companhia comunicou que sua controlada OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal S.A., em Alverca (Portugal), foi “autorizada” a realizar “manutenção pesada”. Prestará, portanto, esses serviços em seus jatos que operam na Europa, Oriente Médio e África. Embraer é a terceira do mundo, depois da Boeing e Airbus. Veja AQUI o comunicado da Embraer à Bolsa de Valores B3.

Portanto, mais um fato comercial relevante para Embraer, após o tombo da Boeing em contrato de joint venture, em abril de 2020.

*Com comunicados das companhias

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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