Desembarque de minério de ferro da Vale no Porto Qindgao (China): Foto: Divulgação
Crise na China antecipou previsão, semana passada, do banco suíço UBS. A cotação do minério de ferro sucumbiu, nesta segunda (20/09), abaixo da linha dos US$ 100 a tonelada, para US$ 92,98, no porto chinês de Qingdao. Conforme destaca o Valor Econômico eletrônico, é, portanto, a primeira vez em a commodity tem preço tão baixo desde junho de 2020.
No Brasil, primeira consequência (sempre previsível): queda na Bolsa de Valores. Ás 13h24, principal índice da bolsa B3 (Brasil. Bolsa. Balcão), o Ibovespa, exibia queda de 3,17%. Ações da Vale mostravam retração de 4,84%.
Mesmo tendo errado no tempo, a análise dos profissionais de mercado investidor do UBS acertou, no entretanto, na causa: retração na demanda pelas siderúrgicas do país asiático. Relembra AQUI.
O diário paulista de economia observa que o minério (concentrado em 62% de teor de ferro) teve cotação recorde em maio: próxima de US$ 240 a tonelada. Leia MAIS.
O risco da bolha no setor imobiliário, afeta, portanto, diretamente a demanda da construção por volumes de açõs. A segunda maior incorporadora do país, a China Evergrand, acendeu a luz amarela: falta tutano de caixa para segurar a liquidez. O Governo de Pequim, portanto, tenta escorar a liquidez da empresa. Entre as medidas, então, oferece repasse dos projetos inacabados para terceiros, em permuta com ativos no estoque de terrenos.
Ainda entre medidas pontuais, por exemplo, na sexta (17/09), a administração chinesa injetou US$ 15 bilhões no mercado financeiro. Mas, não foi suficiente, pois, Evergrand é risco proporcional ao seu passivo. Nesse aspecto, o portal Broadcast lembra, então, que a chinesa tem passivo superior a US$ 300 bilhões.
A situação faz cair das paredes das salas dos operadores de mercado a fotografia do fantasma da crise do suprimes (bolha imobiliária) nos Estados Unidos. A falência, em setembro de 2008, do Lehman Brothers, um dos maiores bancos de investimentos dos EUA, que virou símbolo da crise.
Mas, a China divide aquela atenção com problemas antigos: produção das siderúrgicas e novas medidas sanitárias urgentes contra ressurgimentos de focos preocupantes Covid-19. Desde o mês passado, por exemplo, o vírus afeta operações na logística portuária.
O porto é um dos mais modernos do mundo. Na descrição para o terminal, na província de Shandong, costa do Mar da China, o Qingdao Port Group e a DP World, construtores, (2016) destacaram a característica de um porto com sistemas operacionais automatizados:
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