CSN negocia mais US$ 250 milhões com Glencore

  • por | publicado: 6/08/2019 - 19:52

CSN assina contratos com GleNcore para entrega de minério no longo prazo - Foto: Divulgação/Relatório CSN 2019

A CSN estaria próxima do terceiro aditamento com a Glencore, da Suíça, com pré-pagamento de outros US$ 250 milhões. Os contratos são parte de esforço para melhoria na relação dívida-geração de caixa, que estava 4,55 vezes no balanço de 2018. O contrato, via CSN Mineração, é para entrega, no longo prazo (cinco anos), de mais 10 milhões t de minério de ferro.

O segundo aditamento, em mesmas bases, celebrado em março, foi aprovado na reunião do Conselho de Administração em 24 de maio. Mas só tornado público há menos de um mês.

O primeiro contrato de pré-pagamento da CSN com a Glencore International AG foi celebrado em março. A base foi a entrega de 22 milhões t, em cinco anos, com pré-pagamento de US$ 500 milhões. Consultor próximo das negociações comentou, nesta terça (6), para Além do Fato que o Conselho se manifesta bem após a operação fechada. Então, é provável que o anúncio do terceiro contrato demore ainda.

Glencore fatura US$ 239 bilhões

A Glencore é uma trading para comercialização e distribuição de commodities agrícolas, metálicas e energéticas com operações em 30 países. Principais números de divulgação da empresa:

  • Receita Bruta: US$ 239 bilhões
  • Despesas Operacionais Totais: US$ 232 bilhões
  • Ativos Líquidos: US$ 53,1 bilhões

CSN e MP em frentes distintas

Fora dos contratos, a CSN anda às voltas com o medo da população de Congonhas em relação à barragem de rejeito da Mina Casa de Pedra. O Ministério Público obteve, na Justiça, o bloqueio de R$ 3 milhões da mineradora. O dinheiro é para implementar medidas de “segurança” não executadas pela empresa. O MP havia pleiteado R$ 20 milhões.

Com a aproximação da estação das chuvas, a partir de outubro, o MP pensa e mais bloqueios, para acelerar medidas preventivas. A CSN, por sua vez, em dar ritmo na busca mais contratos na modalidade de pré-pagamento.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Economia