Oi revisa PRJ e vende R$ 22,82 bilhões dos ativos

  • por | publicado: 17/06/2020 - 13:15

Operadora Oi requereu judicial, em 2016. Portanto, ao obter o benefício ficou blindada contra eventuais pedidos de falências dentre os credores de R$ 65,4 bilhões - Foto: Divulgação/Redes Sociais

Há três dias, a operadora de telefonia Oi S.A. se ocupa com explicações do aditamento ao seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ). Terá uma segregação na forma de quatro UPIs – Unidades Produtivas Isoladas. Portanto, nesta quarta (17/06), a companhia esclareceu que pretende levantar R$ 22,82 bilhões com a oferta de ativos: R$ 15 bilhões, com telefonia móvel, e, R$ 6,5 bilhões, infraestrutura.

Mas, essa desmobilização de ativos terá início somente no último trimestre. As UPIs, de forma distinta, agrupam ativos, passivos e direitos. A Oi criou as UPI Ativos Móveis (operação móvel), UPI Torres e UPI Data Center (infraestrutura passiva) e UPI InfraCo (operação de redes de telecomunicações).

O PRJ da empresa foi iniciado em junho de 2016, quando estava com rombo de R$ 65,4 bilhões.

Abaixo, o “Comunicado ao Mercado” de hoje, assinado pela diretora de Finanças e Relações com Investidores, Camille Loyo Faria.

Comunicado detalha, então, como se dará a segregação dos ativos. Reprodução do Comunicado ao Mercado.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.