De kalil para Bolsonaro: “precisa ser respeitado, mas que se dê ao respeito”

Prefeito Alexandre Kalil assina Carta de Minas, que cobra da União RS$ 135 bilhões do governo federal por perdas com Lei Kandir. Foto - Alemdofato

Prefeito Alexandre Kalil assina Carta de Minas, que cobra da União R$ 135 bilhões do governo federal por perdas com Lei Kandir. Foto - Alemdofato

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, disse hoje no final da manhã que, por enquanto, Jair Bolsonaro não está sendo um bom presidente República e sugeriu que ele “se dê ao respeito”. “O presidente teve 58 milhões de votos e precisa ser respeitado; mas que se dê ao respeito”, disse o prefeito.

Kalil classificou como factóide as recentes declarações de Bolsonaro sobre Fernando Santa Cruz, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil
(OAB), Felipe Santa Cruz, que desapareceu na ditadura militar. Anteontem, o presidente disse que Fernando teria sido morto por colegas da organização a qual pertencia (Ação Popular-AP) e não pelos militares.

“É lógico que ele (Fernando Santa Cruz) foi assassinado pela ditadura. Mas isso tudo é factóide. Eu quero saber qual o plano para resolver problema do SUS, para resolver o problema dos 13 milhões de desempregados”, afirmou o prefeito. Quando perguntado se achava que Bolsanaro estava sendo um bom presidente, respondeu: “por enquanto, não”.

O prefeito de Belo Horizonte assinou no final da manhã, na Assembleia Legislativa, a Carta de Minas, documento que cobra do governo federal R$ 135 bilhões por perdas do Estado com a Lei Kandir.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Política

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