Em São Paulo, 63% temiam a entrada do novo coronavírus - Além do Fato Em São Paulo, 63% temiam a entrada do novo coronavírus - Além do Fato

Em São Paulo, 63% temiam a entrada do novo coronavírus

  • por | publicado: 26/02/2020 - 20:31

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, comanda coletiva de imprensa, nesta quarta, na qual o Governo confirmou que o Brasil entrou no mapa mundial de pacientes pelo coronavírus: homem que esteve na Lombardia, Itália. Aquele país registra 12 mortes pelo Covid-19 – Foto: Agência Saúde/Divulgação.

Pesquisa do portal Trocando Fraldas, para apurar o “Índice de expectativa de chegada” no país do novo coronavírus (Covid-19), mostrava que era de 63% no Estado de São Paulo. Comentada aqui ALÉM DO FATO, dia 15, a pesquisa foi divulgada bem antes de o Governo decidir pelo repatriamento de brasileiros na cidade de Wuhan, na China.

A pesquisa ouviu 8.000 pessoas em todos os estados e o Distrito Federal. A média nacional apontou que 61% acreditavam na chegada do coronavírus. São Paulo, portanto, ficou acima da média. Além disso, era a segunda maior no Sudeste, ao lado do Espírito Santo, com 63%

Covid-19 é nome oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o novo vírus causador da doença respiratória infecciosa.

Paciente passou pela Lombardia

Em entrevista coletiva, na manhã desta quarta (26.02), em Brasília, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, confirmou oficialmente o primeiro caso de Covid-19. O infectado, homem de 61 anos, está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

O paciente teria passado pela Lombardia, na Itália, ou seja, região com maior incidência de pessoas contaminadas naquele país. A Itália registra 12 mortes por coronavírus.

Temor para coronavírus era maior no Amapá

Todavia o “Índice de expectativa para chegada” do vírus apontado na pesquisa do Trocando Fraldas era maior nos extremos do país: no Amapá (68%) e Rio Grande do Sul (67%). E, mais baixo, no Norte-Nordeste: Acre (40%), Amazonas (50%) e Piauí (50%).

No Sudeste, a expectativa de chegada da doença era:

  • Espírito Santo – 64%;
  • Rio de Janeiro – 63%;
  • São Paulo – 63%;
  • Minas Gerais – 62%.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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