Exército põe o idioma guarani na ‘Guerra Eletrônica’

O Comando do Exército ensinará os idiomas espanhol e guarani no quartel do 9º Batalhão de Comunicações e Guerra Eletrônica, em Campo Grande (MS), que faz fronteira com o Paraguai - Foto: Divulgação/9º B Com GE

O Exército, via Comando Militar do Oeste, contratou o ensino dos idiomas espanhol e guarani, que são oficiais no Paraguai. “Como forma de nivelamento (…) para fins de atender às necessidades do 9º Batalhão de Comunicações e Guerra Eletrônica”. É o que diz trecho da súmula do Comando Exército que anunciou a contratação da empresa Lone Star Idioms.

Criado em 2012 e localizado em Campo Grande (MS), o 9º B Com GE é uma unidade da área das Comunicações do Exército. Entre outras justificativas para a existência do batalhão, estão a instalação, exploração e manutenção dos diversos sistemas entendidos como de comunicações, de guerra eletrônica e de tecnologia da informação (TI).

Essas ferramentas da TI são desenvolvidas, portanto, como forma de atender missões do Comando Militar do Oeste em operações de fronteira.

Exército tem 15.300 km para vigiar

A missão principal daquela unidade, portanto, é a de monitorar a fronteira Oeste brasileira. É a partir de lá, por exemplo, que se dá a operação de Comando e Controle do Programa Sisfron – Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras.

Diretamente com o Paraguai, a fonteira do Brasil tem extensão de 1.365,4 km. Em linha, ao Norte, tem sequência a maior divisa, da Bolívia, com 3.243,2 km (Fundação Alexandre Gusmão). O país possui, ao todo, 15.300 km de fronteira seca, por rios e divisor de águas:

  • Bolívia, 3.423,4 km
  • Peru, 2.995,3 km
  • Venezuela, 2.199,00 km
  • Colômbia, 1.644,2 km
  • Guiana, 1.605,8 km
  • Paraguai, 1.365,4 km
  • Argentina, 1.261,3 km
  • Uruguai, 1.068,1 km
  • França, 730,4 km
  • Suriname, 593,0 km

Azul prepara pilotos para FAB

Por R$ 707.975,95, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras realizará 600 horas de treinamento de voo em rota da aeronave Airbus 319/320 para quatro pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB). Os militares fazem parte do quadro de pilotos do Airbus que presta serviços à Presidência da República. Contrato, em vigor há dois meses, deverá ser cumprido até outubro de 2021.

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