Pesquisa FSB/Veja mostra que Bolsonaro venceria Lula nas eleições de 2022

  • por | publicado: 6/12/2019 - 16:07
Ministro Sérgio Moro (dir.), assim como fez o presidente Bolsonaro, está intensificando sua presença nas redes sociais. Fotos - Agência Brasil

Barrar a candidatura presidencial de Sérgio Moro (dir.) em 2022 interessa ao atual presidente, Jair Bolsonaro, candidato à reeleição. Fotos - Agência Brasil

Se a eleição presidencial fosse hoje, Jair Bolsonaro (sem partido) venceria, num eventual segundo turno, a disputa com o petista Lula, com uma diferença de cinco pontos percentuais. Já se o adversário do atual presidente for o seu ministro da Justiça, o ex-juiz Sérgio Moro, os dois estariam tecnicamente empatados, com exatos 36% das intenções de voto.

É o que mostra pesquisa feita pela agência FSB, em parceria com a revista Veja, divulgada hoje. O instituto realizou 2 mil entrevistas, por telefone, entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro, nos 27 estados brasileiros. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Num dos cenários traçados para o primeiro turno, Bolsonaro e Lula estariam tecnicamente empatados (32% a 29%), seguidos por Ciro Gomes (PDT) e João Dória (PSDB), ambos com 9%. Em outro cenário em que o apresentador Luciano Huck é colocado como candidato, ele aparece em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto, seguido de perto por Ciro, com 9% e o tucano Dória ficaria com 4%.

Em caso de um segundo turno entre o petista e Bolsonaro, o atual presidente teria 45% das intenções de voto, contra 40% de Lula. O quadro para o presidente mudaria se seu adversário, num eventual segundo turno, fosse o seu atual ministro Sérgio Moro, que é apontado hoje como pré-candidato. Os dois teriam o mesmo percentual de votos: 36%

Mas qual a importância desse pesquisa em torno de uma disputa que ocorrerá só daqui a três anos, no final de 2022? Nenhuma. Ela nada mais é do que um retrato do atual momento, especialmente porque não dá para saber, agora, quem serão os candidatos na próxima eleição presidencial.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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