A estatal Petrobras causou vazamento de fluido de perfuração na margem da Amazônia Equatorial. Foi no domingo (04/01), mas somente nesta terça (06/01) a estatal federal deu conhecimento.
Toda opinião pública do país, principalmente entidades ambientais e profissionais, advertiu o Governo Lula para esse risco. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede-SP), porém, foi enquadrada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). O petista determinou que ela obrigasse o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) a liberar todas as licenças ambientais na Foz do Amazonas.
Em comunicados, a Petrobras assegura que o produto não causará danos ambientais. Mas, fato é que houve poluição, pois, o fluido não fazia parte daquelas águas. O Governo, via Agência Brasil, manifestou, após o acidente, que há “total segurança“.
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Alcolumbre exigiu a Petrobras na região
A poucos meses da abertura da COP30, a Conferência do Clima, em novembro, em Belém (PA), o petista deixou claro que a entrada da Petrobras na área era uma questão de política pessoal. Estava em negociações de troca de apoio no Congresso e à sua candidatura à reeleição em outubro.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), era o comandante da negociata.
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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

