Zema se queixa da pressão de secretários para vender estatais

Zema e os secretários Gustavo Barbosa e Otto Levy, reprodução facebook de Romeu Zema

Quem tem conversado com o governador Romeu Zema (Novo) já ouviu dele algumas revisões após sete meses de gestão. Uma delas é que ele já estaria admitindo alternativas ao projeto ‘de uma nota só’: a adesão ao regime de recuperação fiscal do governo federal. Até então, o defendia como a salvação da lavoura.

A alternativa seria se empenhar pela inclusão dos estados na reforma da previdência, no Senado. E igualmente pela reposição das perdas de Minas, de até R$ 135 bilhões, com a Lei Kandir (federal).Nos últimos 23 anos, a norma isentou os produtos de exportação do ICMS,sem compensações para o estado.

Governadores aderem à tese de reposição das perdas da lei Kandir

E mais, Zema teria admitido também que está sendo pressionado por sua equipe econômica pela recuperação fiscal. A equipe foi indicada pelo presidente nacional de seu partido, João Amôedo. Um deles, o secretário da Fazenda, Gustavo Barbosa, ocupou o mesmo cargo na gestão passada no Rio de Janeiro.Lá, ele levou aquele estado ao aperto fiscal do governo federal.Além de Barbosa, Otto Levy comanda a Secretaria de Planejamento.

E por que a preferência da equipe econômica pela recuperação fiscal? Afinal, esse programa impõe venda de estatais, como a Copasa e a Cemig, “as joias da coroa”. Além disso, exige congelamento de reajuste de salários e de promoções e fim de incentivos fiscais?

Cemig anuncia lucro em 2019

A suspeita, entre deputados estaduais, seriam as ligações do Novo com grandes investidores interessados em estatais poderosas como a Cemig. Há ainda a possibilidade de o estado, com a adesão, voltar a contrair grandes empréstimos bancários. Consultados, aliados não quiseram se manifestar sobre as suspeitas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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José Eduardo Botelho

Somos favoráveis venda Copasa e Cemig para poder cortar o gargalo da
mordomia dos afilhados,os tais Diretores “faz nada” quase todos n entendem “patavina” de luz e água. Só na mamadeira.Eu mesmo conheci alguns folgados que só preocupavam com as gordas diárias.Tem q privatizar tudo.Acabar com a cachorrada e muitas Estatais tipo Correios só serve pa fazer a política PTralha.Universidades professores tudo avacalhação poca vergonha, politicagem comunista,droga e orgia alunos com nosso dinheiro. Tá certo isso.?

Thiago Lucas

Quando a conta de água e luz aumentar, quero ver você vir aqui defender a privatização da Cemig e da Copasa.

E quanto à politicagem nas estatais, isso se corrige endurecendo as leis e afastando e punido os indicados políticos. Esse é o remédio com a “cachorrada”, e não a privatização.

Lu Negão

Thiago, não sei a sua idade, mas vê-se que não lembra do preço dos telefones antes da privatização. Hoje até um muleque menor de idade tem um celular e há anos atrás precisava-se corromper alguém ou não liberavam as linhas e os preços eram ABSURDOS!!! Estude, amigo… Pare de repetir todas as besteiras que ouve dos professores e petistas que só MENTIRAM para você a vida inteira e procure informações contraditórias para interpretar e não passar vergonha! ;^)

Thiago Lucas

Pra começo de conversa, Lu Negão (se é que você é real mesmo, ou apenas um perfil fake como tantos outros aqui), sou mais velho que você. E tenho discernimento suficiente para saber que não se privatiza empresas de energia e saneamento. E digo isso não por ideologia, pois estou cagando e andando para petistas e bolsonaristas – por mim, poderia fuzilar todos em praça pública que não daria a mínima. A única ideologia em que acredito é a do meu bolso, e somente um jumento acredita que com a privatização os preços das contas de luz e água não subirão.

Vai tentar passar essa lábia em outros, porque comigo isso não cola!

Pedro

A verdade é que o Zema não entende nada de porra nenhuma. Se não fosse por seus avós e país que construíram o grupo Zema esse moleque estaria passando fome de tanta ignorância.

Lucas Bessoni

Quando Romeu Zema assumiu o controle da empresa, o grupo possuía 8 lojas. Nas mãos de Zema o grupo hoje tem mais 400 lojas com faturamento de 5 bi. Me desculpe, mas você está muito enganado.

Pedro

Romeu Zema assumiu não tem 5 anos jovem! Mas tudo bem, veja a ignorância do rapaz na administração do estado e verá se é compatível com alguém com o cargo que o mesmo ocupou. Empresa familiar jovem, recebem os louros mas são os outros que fazem!

Ana Rita Fernandes

Adorei!!! ?????

Pedro

https://portal.zema.com/linha-do-tempo

Para evitar de você falar bobagem.
Vê aí a história da empresa e veja o tamanho do grupo antes mesmo do moleque nascer.
A propósito, não há nenhuma menção a sua gestão ou algo parecido.

Ana Rita Fernandes

Parabéns, Pedro, pela resposta correta e oportuna ao, aqui demonstrado falastrão, lucas bessoni, desinformado e metido a comentarista político-econômico. Se não sabe, lucas, não siga o exemplo do presidente bostanaro; “cala a boca, magda”!

Ademar Viana

Ao invés de fazer caixa 2 com a privatização de empresas que dão lucro e são patrimônio dos mineiros, deveriam dar o correto direcionamento para a melhoria da qualidade. Afinal, o que essas empresas pagam anualmente para o Estado é maior do que o valor a ser recebido em parcela única com a privatização (isso é matar a galinha que bota ovos de ouro)!

duterbhz@ hotmail.com

Sobre a questão de empresas estatais, particularmente no caso da Cemig, vou fazer algumas observações sobre esse modelo empresarial. Em termos de participação de capital o Estado é um acionista pequeno na Cemig, com apenas 17,3% de participarão, mas detém a maioria votante para impor a nomeação dos diretores, conselheiros e os mais quantos de funcionários que os políticos impuserem. Essa situação só acontece devido a lei das sociedades anônimas que estabelece um minimo de ações nominativas, as com direito a voto para dominar a gestão de uma empresa. Então na realidade os outros sócios detém 87,7% Sem direito administrativo praticamente nenhum e recebendo dividendos pequenos. Agora vem aí a grande vantagem das empresas, e logicamente da Cemig, aqui no Brasil é que imposto no faturamento bruto para a empresa chega a 42% só de ICM, somando os impostos federais esse valor vai a mais de 50%..Mesmo assim os Estados estão quebrados, então veja aonde nós estamos. Então em 10 bilhões de faturamento os impostos levam 5,5 bilhões. O custeio e investimento operacional vai uns 4 bilhões, para o investidor, como dividendo, quem tem 87,5 do capital vai 0,2 bilhões, e olha lá se os altos juros não comer isso antes. Mas o governo está querendo fazer uma reforma pra cobrar imposto de renda sobre dividendos, se é que ainda vai haver investidor. Bem, precisamos de mudanças mas de medidas eficazes e boas que tragam meios e benefícios para a população em geral…

duterbhz@ hotmail.com

Sobre a questão de empresas estatais, particularmente no caso da Cemig, vou fazer algumas observações sobre esse modelo empresarial. Em termos de participação de capital o Estado é um acionista pequeno na Cemig, com apenas 17,3% de participarão, mas detém a maioria votante para impor a nomeação dos diretores, conselheiros e os mais quantos de funcionários que os políticos impuserem. Essa situação só acontece devido a lei das sociedades anônimas que estabelece um minimo de ações nominativas, as com direito a voto para dominar a gestão de uma empresa. Então na realidade os outros sócios detém 87,7% Sem direito administrativo praticamente nenhum e recebendo dividendos pequenos. Agora vem aí a grande vantagem das empresas, e logicamente da Cemig, aqui no Brasil é que imposto no faturamento bruto para a empresa chega a 42% só de ICM, somando os impostos federais esse valor vai a mais de 50%..Mesmo assim os Estados estão quebrados, então veja aonde nós estamos. Então em 10 bilhões de faturamento os impostos levam 5,5 bilhões. O custeio e investimento operacional vai uns 4 bilhões, para o investidor, como dividendo, quem tem 87,5 do capital vai 0,2 bilhões, e olha lá se os altos juros não comer isso antes. Mas o governo está querendo fazer uma reforma pra cobrar imposto de renda sobre dividendos, se é que ainda vai haver investidor. Bem, precisamos de mudanças mas de medidas eficazes e boas que tragam meios e benefícios para a população em geral…

Joao Renno

Antigamente, concordava em privatizar todas as estatais. Hoje penso diferente, acredito, que deve ser dada autonomia as estatais, sem interferência dos políticos, e mais, criar plano de carreira, evitando assim cargos comissionados. Quanto a indicação de João Amoêdo a equipe econômica, isto, demonstra, que o partido é igual aos outros, apadrinhando seus colegas.

Pedro

A verdade é que o Zema não entende nada de porra nenhuma. Se não fosse por seus avós e país que construíram o grupo Zema esse moleque estaria passando fome de tanta ignorância.

Lucas Bessoni

Quando Romeu Zema assumiu o controle da empresa, o grupo possuía 8 lojas. Nas mãos de Zema o grupo hoje tem mais 400 lojas com faturamento de 5 bi. Me desculpe, mas você está muito enganado.

Pedro

Romeu Zema assumiu não tem 5 anos jovem! Mas tudo bem, veja a ignorância do rapaz na administração do estado e verá se é compatível com alguém com o cargo que o mesmo ocupou. Empresa familiar jovem, recebem os louros mas são os outros que fazem!

Ana Rita Fernandes

Adorei!!! ?????

Pedro

https://portal.zema.com/linha-do-tempo

Para evitar de você falar bobagem.
Vê aí a história da empresa e veja o tamanho do grupo antes mesmo do moleque nascer.
A propósito, não há nenhuma menção a sua gestão ou algo parecido.

Ana Rita Fernandes

Parabéns, Pedro, pela resposta correta e oportuna ao, aqui demonstrado falastrão, lucas bessoni, desinformado e metido a comentarista político-econômico. Se não sabe, lucas, não siga o exemplo do presidente bostanaro; “cala a boca, magda”!

duterbhz@ hotmail.com

Sobre a questão de empresas estatais, particularmente no caso da Cemig, vou fazer algumas observações sobre esse modelo empresarial. Em termos de participação de capital o Estado é um acionista pequeno na Cemig, com apenas 17,3% de participarão, mas detém a maioria votante para impor a nomeação dos diretores, conselheiros e os mais quantos de funcionários que os políticos impuserem. Essa situação só acontece devido a lei das sociedades anônimas que estabelece um minimo de ações nominativas, as com direito a voto para dominar a gestão de uma empresa. Então na realidade os outros sócios detém 87,7% Sem direito administrativo praticamente nenhum e recebendo dividendos pequenos. Agora vem aí a grande vantagem das empresas, e logicamente da Cemig, aqui no Brasil é que imposto no faturamento bruto para a empresa chega a 42% só de ICM, somando os impostos federais esse valor vai a mais de 50%..Mesmo assim os Estados estão quebrados, então veja aonde nós estamos. Então em 10 bilhões de faturamento os impostos levam 5,5 bilhões. O custeio e investimento operacional vai uns 4 bilhões, para o investidor, como dividendo, quem tem 87,5 do capital vai 0,2 bilhões, e olha lá se os altos juros não comer isso antes. Mas o governo está querendo fazer uma reforma pra cobrar imposto de renda sobre dividendos, se é que ainda vai haver investidor. Bem, precisamos de mudanças mas de medidas eficazes e boas que tragam meios e benefícios para a população em geral…

Joao Renno

Antigamente, concordava em privatizar todas as estatais. Hoje penso diferente, acredito, que deve ser dada autonomia as estatais, sem interferência dos políticos, e mais, criar plano de carreira, evitando assim cargos comissionados. Quanto a indicação de João Amoêdo a equipe econômica, isto, demonstra, que o partido é igual aos outros, apadrinhando seus colegas.

José Eduardo Botelho

Somos favoráveis venda Copasa e Cemig para poder cortar o gargalo da
mordomia dos afilhados,os tais Diretores “faz nada” quase todos n entendem “patavina” de luz e água. Só na mamadeira.Eu mesmo conheci alguns folgados que só preocupavam com as gordas diárias.Tem q privatizar tudo.Acabar com a cachorrada e muitas Estatais tipo Correios só serve pa fazer a política PTralha.Universidades professores tudo avacalhação poca vergonha, politicagem comunista,droga e orgia alunos com nosso dinheiro. Tá certo isso.?

Thiago Lucas

Quando a conta de água e luz aumentar, quero ver você vir aqui defender a privatização da Cemig e da Copasa.

E quanto à politicagem nas estatais, isso se corrige endurecendo as leis e afastando e punido os indicados políticos. Esse é o remédio com a “cachorrada”, e não a privatização.

duterbhz@ hotmail.com

Sobre a questão de empresas estatais, particularmente no caso da Cemig, vou fazer algumas observações sobre esse modelo empresarial. Em termos de participação de capital o Estado é um acionista pequeno na Cemig, com apenas 17,3% de participarão, mas detém a maioria votante para impor a nomeação dos diretores, conselheiros e os mais quantos de funcionários que os políticos impuserem. Essa situação só acontece devido a lei das sociedades anônimas que estabelece um minimo de ações nominativas, as com direito a voto para dominar a gestão de uma empresa. Então na realidade os outros sócios detém 87,7% Sem direito administrativo praticamente nenhum e recebendo dividendos pequenos. Agora vem aí a grande vantagem das empresas, e logicamente da Cemig, aqui no Brasil é que imposto no faturamento bruto para a empresa chega a 42% só de ICM, somando os impostos federais esse valor vai a mais de 50%..Mesmo assim os Estados estão quebrados, então veja aonde nós estamos. Então em 10 bilhões de faturamento os impostos levam 5,5 bilhões. O custeio e investimento operacional vai uns 4 bilhões, para o investidor, como dividendo, quem tem 87,5 do capital vai 0,2 bilhões, e olha lá se os altos juros não comer isso antes. Mas o governo está querendo fazer uma reforma pra cobrar imposto de renda sobre dividendos, se é que ainda vai haver investidor. Bem, precisamos de mudanças mas de medidas eficazes e boas que tragam meios e benefícios para a população em geral…

Ademar Viana

Ao invés de fazer caixa 2 com a privatização de empresas que dão lucro e são patrimônio dos mineiros, deveriam dar o correto direcionamento para a melhoria da qualidade. Afinal, o que essas empresas pagam anualmente para o Estado é maior do que o valor a ser recebido em parcela única com a privatização (isso é matar a galinha que bota ovos de ouro)!