Porto Seguro sobe no telhado do Palácio da Liberdade

  • por | publicado: 10/06/2022 - 15:50 | atualizado: 13/06/2022 - 11:29

Por tabela, Itaú Unibanco entra na cobertura - Crédito: ALÉM DO FATO/Acervo

O Governo de Minas contratou com a Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais a apólice de cobertura da edificação do Palácio da Liberdade. Ou seja, envolve o Itaú Unibanco. O Palácio foi sede histórica das administrações do Estado, até o Governo Aécio Neves.

A apólice, que tem o Gabinete Militar como parte, incorpora “seguro contra incêndio” (cobertura básica) e “riscos diversos” (adicionais). O Governo pagou prêmio de R$ 45.458,00 pela cobertura de 12 meses, a contar de ontem (09/06).

O Palácio da Liberdade e seu conjunto foram tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) em 1975. De acordo com o Iepha-MG, portanto, inscrito em vários registros com o Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, Livro do Tombo de Belas Artes e Livro do Tombo Histórico.

Na esfera federal, mas somente após o incêndio do Museu Nacional, no Rio, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) criou portaria, em 2018, para normatização de combate a incêndio em bens tombados.

Porto Seguro tem Itaú Unibanco no controle

A Porto Seguro foi criada em 1945, opera 120 filiais no país e emprega 12 mil pessoas. A rede de corretores independentes cadastra 35 mil pessoas.

Porto Seguro tem carteiras com 11 milhões de segurados diversos. É, portanto, uma companhia muito importante nos investimentos do Grupo Itaú Unibanco. O banco virou acionista em 2009.

No encerramento do exercício fiscal de 2021, a seguradora tinha 70,82% das ações do capital em poder da PSIUPar. Esta, por sua vez, com o controle dividido entre o banco (42,93%) e a família Jayme Brasil Garfinkel (57,07%). De forma direta, portanto, as partes tinham, respectivamente, 40,4% e 30,4%.

Produtos

A Porto Seguro tem portfólio com produtos de diversos setores compreendendo, por exemplo, seguros, saúde, negócios financeiros e serviços gerais.

Receitas e lucro em queda no 1T22

No 1T22, a seguradora apresentou receitas de R$ 134,5 milhões, portanto, 51,4% inferiores às de mesmo período de 2021. O lucro líquido, de R$ 175,1 milhões, por conseguinte, exibiu perda de 40,6%.

Entretanto, o patrimônio líquido e capital realizado permaneceram inalterados em relação ao trimestre anterior: R$ 9,296 bilhões e R$ 8,500 bilhões, respectivamente.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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